Black Friday: estratégias para sua empresa vender muito!

Muito famosa nos Estados Unidos, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010, mas foi apenas nos últimos anos que realmente atingiu o ápice, a ponto de fazer as pessoas evitarem fazer compras antes para esperar pelas promoções.

Em 2018, a campanha de Black Friday bateu recorde de vendas. Segundo dados da Ebit Nielsen, empresa referência em comércio eletrônico, as vendas online até as 17h de sexta-feira somaram R$ 2,1 bilhões, quantia equivalente a todo o faturamento das varejistas on-line nos cinco dias de promoção da Black Friday no ano anterior.

Os dados comprovam a importância desta data para o comércio online. Confira algumas dicas para fazer um excelente planejamento e aumentar as vendas da sua empresa durante a Black Friday.

Estabeleça quais produtos terão descontos, de acordo com os interesses da empresa. O objetivo da Black Friday é acabar com o estoque antigo para dar espaço para os novos, que serão comercializados com foco no Natal e festas de fim de ano. Sendo assim, planeje os produtos que a empresa deseja vender mais e defina também qual será o valor promocional e estratégia de vendas.

Outro ponto importante é: tenha um estoque reforçado! De nada adianta fazer promoção para atrair os clientes e ter os produtos esgotados em pouco tempo. Vale estudar o preço da concorrência para que o desconto seja realmente um diferencial. Cuidado para não acabar fazendo uma “Black Fraude”, o que acarreta em uma propaganda negativa da empresa. Aqui é muito importante negociar com fornecedores para montar o estoque de forma acertada.

Pense em todas as estratégias digitais que podem ser implementadas. É interessante criar um hotsite com cerca de um mês de antecedência, aproveitando para captar e-mails das pessoas interessadas. A isca pode ser algo como “cadastre-se para receber as promoções antes de todo mundo!”. Assim, faltando alguns dias para a Black Friday, e-mails marketing podem ser disparados, aumentando a expectativa e fazendo o consumidor lembrar da sua marca. Não deixe de conferir se a empresa que hospeda o site suporta um aumento considerável no número de acessos simultâneos. Lembre-se de usar certificado de segurança e utilizar ferramentas de mensuração e análise do tráfego.

Atualize capas das redes sociais, faça pré-posts sempre com o objetivo de causar um senso de necessidade no consumidor. Textos como “faltam 2 semanas” e “faltam 10 dias, fique ligado” normalmente apresentam bons resultados. Peças para envio via whatsapp também funcionam muito bem, uma vez que praticamente todo mundo tem o aplicativo instalado no celular e o acessa várias vezes por dia. Não dá pra perder a oportunidade!

Não se esqueça dos anúncios, que são muito importantes para atingir possíveis clientes que ainda não conhecem sua empresa. Anúncios no Google, Facebook e Instagram são altamente segmentados. É possível escolher públicos muito bem definidos e, assim, ter um retorno mais eficaz.

Interaja com seu público, sempre! Como o ideal é começar a campanha de forma antecipada, inclusive com os anúncios, o movimento nas redes sociais muito provavelmente irá se ampliar. Toda interação deve ser respondida, principalmente as dúvidas. Jamais deixe seu cliente sem resposta. Se for necessário, pense em aumentar a sua equipe durante o período da campanha. E prepare-se! O dia da Black Friday é frenético! Esteja preparado, inclusive, antecipando possíveis problemas que possam acontecer, e suas soluções.

Fazendo todo este planejamento de forma antecipada e muito bem estruturada, as possibilidades da sua empresa alcançar um grande sucesso nas vendas de Black Friday são grandes! Precisa de ajuda para estruturar campanhas de venda online como a Black Friday, ou outras datas comemorativas? A Big Data possui significativa expertise em campanhas online, entre em contato com a gente agora mesmo!

5 PRINCIPAIS ETAPAS PARA UM PLANEJAMENTO DE MARKETING DIGITAL DE SUCESSO

Abrir uma empresa e montar o próprio negócio está longe de ser uma tarefa fácil. Depois de montar o plano de negócios, levantar o dinheiro necessário para o capital de giro, investir em aluguel, equipamentos e funcionários e finalmente colocar o negócio para funcionar, vem outra questão: como divulgar a empresa na internet?

De acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2018, divulgada no último mês, 70% dos brasileiros utilizam a internet. Destes, 60% pesquisaram preços de produtos ou serviços online, antes de realizar a compra. Outro dado interessante é que quase 95% das empresas brasileiras estão presentes nas redes sociais e 62% delas consideram que essas plataformas têm um papel importante para os seus resultados, conforme mostrou a pesquisa Social Media Trends.

Com base em todos estes números fica claro que uma boa estratégia de marketing digital é fundamental não só para atrair o os públicos de interesse como também para se destacar e sair na frente da concorrência. Mas não basta apenas criar uma conta nas redes sociais e fazer postagens aleatórias e ocasionais. É preciso conhecer o mercado, os hábitos dos consumidores, redes sociais mais adequadas para o seu negócio e muito mais. Confira a seguir as 5 principais etapas de marketing digital que irão ajudar o seu negócio a prosperar cada vez mais:

1 – Objetivos de Marketing

Nada começa sem um objetivo cuidadosamente definido. Apesar de parecer simples em um primeiro momento, muita gente confunde e diz que o principal objetivo é vender. O objetivo de toda empresa é vender, claro, mas o marketing vai além disso. Pense em outros pontos-chave como reconhecimento de marca, lançamento de um novo produto, gerar fluxo qualificado na loja ou até criar uma comunidade de fãs. A venda propriamente dita acaba sendo uma consequência destas outras ações.

2 – Benchmarking

Uma vez que os objetivos estão definidos e claros por toda a equipe de marketing digital, devemos analisar a concorrência. Quais são pontos fortes e fracos, como eles se posicionam, quais as bandeiras que levantam, em quais mídias estão, como comunicam sua mensagem e todas as informações que forem relevantes para melhor análise do cenário. A questão aqui não é imitar o concorrente, mas compreender o mercado e pensar em ideias inovadoras que ainda não estejam sendo realizadas e que possa levar a sua empresa a alcançar seus objetivos.

3 – Definição do público-alvo

É hora de fazer a definição do público-alvo. Nesta etapa, o objetivo é identificar quem são os seus clientes, qual sua faixa etária, principais interesses, renda e outras particularidades. Neste momento, recomendamos a criação de personas, que são imagens representativas que irão ajudar em todas as outras etapas de criação de conteúdo.

4 – Estratégias e plano de ação

Agora que já conhecemos os objetivos, a concorrência e o público-alvo, é o momento decisivo: juntar todas as informações que foram coletadas e definir o que fazer com elas. Aqui, definimos em quais redes sociais a empresa vai estar presente, qual será a linguagem escrita e visual apresentada, periodicidade de postagens, editorias e também as metas a curto e longo prazo. Ou seja, definimos aonde queremos chegar e como chegaremos lá.

5 – Análises e relatórios

Depois de tudo implementado e sendo executado, é hora de analisar se as definições foram assertivas e estão apresentando os resultados esperados. O ideal é acompanhar bem de perto para fazer ajustes na rota caso os objetivos não estejam sendo alcançados. Existem diversos aplicativos úteis para extrair relatórios, tais como Etus, Reportei, Mlabs e outros.

É um trabalho minucioso, que envolve muito estudo e atualizações sobre o mercado. Demanda tempo para implementar, analisar e realizar as ações necessárias para se ter uma ótima presença online. A melhor maneira é contratar uma equipe especializada, com expertise e conhecimento de mercado. Precisando melhorar a presença da sua empresa nas redes sociais? Entre em

O que é Google Ads e como ele pode ajudar sua empresa a crescer cada vez mais

O Google Ads (antigamente chamado de Google AdWords) é a ferramenta para gestão de anúncios pagos do Google. Se o Google é o maior serviço de buscas do mundo, podemos  dizer que o Google Ads é a maior e mais importante ferramenta de links patrocinados da internet. Mas, afinal de contas, o que são estes anúncios, para que eles servem e como podem auxiliar no sucesso da sua empresa?

Quando alguém deseja comprar um produto ou serviço, a ideia de fazer uma busca no Google é quase que imediata. De acordo com pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) com o objetivo de analisar o perfil e hábito de compra dos consumidores brasileiros, 97% dos internautas buscam informações online antes de comprar em lojas físicas.

Percebe-se então a importância de uma empresa estar presente na internet, mas não apenas isso. É fundamental que esteja bem posicionada para aparecer nas pesquisas.

Mas se existem milhares de empresas oferecendo os mesmos produtos e serviços e levando em consideração que a maioria delas está (ou deveria estar!) anunciando no Google, como se destacar e aparecer na frente da concorrência?

Confira três categorias de anúncios que podem ser trabalhadas no Google Ads:

  1. Anúncios na rede de pesquisa

São os resultados que aparecem quando uma pessoa abre o buscador do Google para realizar uma pesquisa. O profissional que trabalha com o planejamento de mídias de performance define diversos parâmetros e palavras-chave que, quando combinados de forma eficiente, possibilitam que os anúncios da empresa apareçam nas primeiras posições, estando a poucos cliques do cliente, que já está interessado no produto ou serviço oferecido.

  1. Anúncios na rede de display

São anúncios em forma de banners animados e imagens que aparecem em sites, páginas de notícias e blogs. Ao contrário dos anúncios na rede de pesquisa, os anúncios na rede de display não aparecem quando alguém faz uma busca imediata. Eles aparecem para pessoas que de alguma forma já mostraram interesse anteriormente pelo produto ou serviço ou que estejam dentro dos perfis configurados para as campanhas.

  1. Anúncios no Youtube

São os anúncios que aparecem antes, durante ou ao final dos vídeos veiculados no YouTube. De acordo com o relatório YouTube Insights, 96% dos jovens de 18 a 35 anos acessam o YouTube. Se o público está lá, sua empresa também deve estar!

O interessante é que o Google Ads funciona como um leilão, onde os anunciantes fazem um investimento em troca dos cliques das pessoas interessadas no produto ou serviço ofertado. A boa notícia é que não é só o investimento que importa. É preciso conhecer amplamente as técnicas exigidas pelo Google e combinar diversos formatos e canais.

Uma equipe de especialistas com sólida expertise é fundamental para desenvolver um trabalho de sucesso em meio a tanta concorrência. Quer saber mais sobre o assunto? A Big Data tem em sua equipe profissionais qualificados e experientes, entre em contato agora mesmo!

Mídia de performance: estratégias assertivas para alavancar os negócios

Uma das maiores vantagens do marketing digital em comparação ao marketing tradicional é a possibilidade de se medir com grande precisão e em tempo real a evolução das campanhas que estão em andamento e o retorno dos valores investidos em estratégias de mídia online. Desta forma, conseguimos otimizar o uso da verba, obtendo melhores resultados.

Quando falamos em mídia de performance estamos nos referindo aos canais online que comercializam variados formatos para se alcançar determinados objetivos. Para ilustrar, vamos usar como exemplo os anúncios que são veiculados nas plataformas Facebook Ads, Instagram for Business e Google Ads, um dos principais canais onde a mídia de performance é explorada.

Para que o resultado das campanhas seja efetivo é preciso conhecer as ferramentas e compreender claramente todos os formatos disponíveis e qual o objetivo de cada. Com isso em mente, é possível planejar quais canais usar, o valor a ser investido e quais métricas analisar. As possibilidades são inúmeras e variam de acordo com as necessidades de cada cliente.

Um anúncio pode ser cobrado baseado em quantas vezes ele foi impresso em uma página (CPM), quantas vezes ele foi clicado (CPC), quando ele gerar um lead, entre outros. As segmentações podem ser demográficas (gênero, faixa etária, etc), geográficas (cidades), conforme os interesses dos usuários e muito mais. Estes dados vão nortear quais as KPIs (Key Performance Indicators ou Indicadores-Chave de Performance) serão mensuradas para que a campanha tenha uma boa performance.

É importante compreender também que o trabalho precisa de continuidade, muitos testes e estudos para entender quais ações geram melhores resultados. Nem sempre o que deu certo para um cliente vai dar certo também para o outro. Para isso, testes A/B são muito comuns, onde a proposta é passar a mesma mensagem, porém com textos ou imagens diferentes, de forma a identificar com qual anúncio o público se identifica mais, o que irá guiar a criação dos próximos anúncios.

Dados como quais conteúdos estão sendo mais visualizados, frequência de acesso, cliques no link e quantidade de downloads são indicadores que permitem ao analista mensurar o desempenho e fazer as adequações necessárias.

São vários os fatores que fazem com que uma campanha atinja máxima performance. Um profissional experiente e atualizado é fundamental para conseguir analisar previamente o cenário, se antecipando às situações e gerando o melhor ROI (retorno sobre o investimento).

Na Big Data, temos uma equipe qualificada e experiente, que está em constante busca por conhecimento e especializações. Nosso objetivo é estar sempre por dentro do mercado e atualizados sobre as melhores ferramentas para ajudar o seu negócio a prosperar! Vamos juntos nessa? Acesse agora o nosso site e entre em contato.

Datas comemorativas – investindo no marketing sazonal para aumentar as vendas

As datas comemorativas são uma excelente oportunidade para aumentar as vendas de uma empresa. Além do planejamento diário, uma boa ação de marketing contempla as datas que geram maior apelo emocional no consumidor, aproveitando deste momento de sensibilidade para gerar mais vendas.

O Natal é a data com maior volume de vendas do comércio brasileiro, seguido pelo Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia dos Pais. Fica bem perceptível o apelo emocional destas datas e é imprescindível que as empresas comecem a se preparar meses antes!

Um planejamento de marketing digital engloba várias tópicos, e alguns deles precisam de mais tempo para serem implementados. A criação de um hotsite, um conteúdo visual e textual que se difere do padrão, por se tratar de uma campanha específica, e até a provável contratação de funcionários temporários de forma a suprir a alta demanda que a data exige.

Sendo assim, o ideal é que todas as principais datas comemorativas sejam estabelecidas na reunião de planejamento já no começo do ano para que nenhuma passe despercebida. E quando falamos em datas comemorativas não estamos pensando apenas nas principais, mas também nas específicas para cada setor. Se você tem uma lanchonete, comemorar o Dia do Hambúrguer é uma ótima oportunidade! Listar todas estas datas que estejam ligadas ao seu negócio e aos públicos com os quais sua empresa se relaciona fortalece a oportunidade de aumento nas vendas.

É interessante que as ações comecem a ser divulgadas antes mesmo da data em si. Ações de e-mail marketing ou teaser nas redes sociais são ótimas para gerar a sensação de curiosidade e necessidade no consumidor.

SEO e Inbound Marketing também são excelentes iniciativas, mas que demoram alguns meses para atingir o melhor resultado. É necessário muito conhecimento e planejamento para saber distinguir o que entregar para o consumidor e o que ele de fato deseja, de forma que na data em questão ele já tenha bem resolvida a ideia do produto que vai adquirir, seja para si próprio ou para presente.

Uma vez realizado todo o planejamento e execução, é muito importante que a empresa analise os resultados para avaliar as ações que foram positivas e as que precisam melhorar, de forma que na próxima data comemorativa as vendas sejam ainda melhores.

Uma boa agência de marketing digital oferece as soluções completas para que sua empresa se destaque em vendas! Com planejamento, implementação e relatórios completos é possível construir cases de sucesso.

Nos próximos meses temos datas com excelentes resultados para o comércio como o Dia dos Pais, Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal. A hora de começar a se planejar é agora! Entre em contato com a Big Data e para planejarmos – juntos – ações de sucesso.

O FIM DAS CURTIDAS NO INSTAGRAM

Recentemente o mercado publicitário ficou movimentado após o Instagram divulgar uma futura novidade na forma como estamos acostumados a usar as redes sociais: o fim da exibição das curtidas nas publicações. Mas qual será o impacto desta mudança, se uma das métricas que estamos habituados a medir é justamente o número de curtidas que uma publicação recebeu?

Para entender melhor como vai funcionar: o autor da postagem terá acesso à quantidade de curtidas que a publicação recebeu, mas esse número não estará visível para os seguidores. Ainda não sabemos ao certo quando a mudança será implementada e nem o que vai acontecer, de fato, mas sem dúvida estamos diante de (mais) uma pequena revolução digital.

Segundo o Instagram, a ideia visa diminuir a corrida por likes, a guerra por popularidade que muitas vezes gera ansiedade nas pessoas, tornando a rede social um ambiente tóxico e prejudicial. O assunto não é recente, pois já faz algum tempo que as pessoas perceberam a importância de se desacelerar e se desintoxicar de redes sociais. Ansiedade, depressão e solidão são alguns sentimentos que podem surgir em decorrência do uso prejudicial das redes socais e o Instagram resolveu fazer a sua parte.

Analisar as curtidas de uma postagem é o que costuma ser chamado de “métrica de vaidade”, já que uma foto com muitas curtidas fica bonita no relatório, mas não necessariamente traz retornos reais para o objetivo de uma campanha. Analisando esta questão, a justificativa é interessante e muito válida, embora normalmente, quando novidades acontecem no mundo digital, a primeira impressão é de estranhamento e desconfiança.

Especificamente neste caso, especialistas compreenderam a proposta e os elogios à mudança foram em maior parte. A justificativa é que, tirando o foco dos likes, a atenção se voltará para conteúdos de qualidade. Imagens e textos bem produzidos, que sejam relevantes e gerem valor para o público-alvo, serão o mais importante.

Neste contexto, profissionais que trabalham com produção de conteúdo saem em vantagem com a mudança. Compreender o mercado, saber quem são os públicos-alvo, qual é a linguagem mais adequada para conversar com eles, entender suas dores e anseios e, principalmente, entender quais são os seus desejos e necessidades é fundamental para uma atuação bem sucedida. Este entendimento se reflete diretamente no tipo de conteúdo que será publicado. Quanto mais assertivo ele for, maiores serão as possibilidades de sucesso.

Mudanças sempre acontecem não só nas redes sociais, mas nas ferramentas e no marketing digital de modo geral. Estar atento às novidades, estudar quais são os possíveis impactos e se planejar para o novo é o que revela o diferencial de uma empresa. Ainda não é possível saber quais ações virão com essas mudanças, mas já fizemos nossa aposta em uma mudança positiva para empresas e clientes.

E a sua empresa, como se posiciona diante dessa questão? Se você tem dúvidas e não sabe responder, entre em contato com a gente. Juntos poderemos elaborar um planejamento de sucesso.

Case Bettina e Empiricus – o que não fazer em uma campanha publicitária

Que uma campanha de marketing bem planejada traz grandes possibilidades de sucesso para uma empresa, todo mundo sabe. Já publicamos vários posts neste blog contando mais sobre as diversas áreas do marketing digital e como ele pode trazer retornos positivos quando bem executado. Mas o contrário também pode acontecer e eventualmente acompanhamos cases negativos que servem de experiência para o que não fazer em uma campanha publicitária. O caso mais recente é o da Bettina, da empresa Empiricus.

Provavelmente você não só já ouviu falar da Bettina, como foi diretamente impactado pelos anúncios pagos que a empresa veiculou em algumas mídias, especialmente no Youtube. Era só abrir o site para assistir a algum vídeo e logo a Bettina aparecia na tela contando que tem apenas 22 anos e um patrimônio acumulado de 1 milhão de reais e que, se ela conseguiu, você também consegue!

Inicialmente, o vídeo começou a se tornar assunto pela grande quantidade de vezes em que o internauta era impactado, o que já é um primeiro erro da campanha. Anúncios pagos são eficientes e, especialmente em tempos de mudanças nos algoritmos, seu uso é quase obrigatório para uma empresa que quer ser vista. Mas estabelecer limites faz parte do planejamento. O excesso pode prejudicar significativamente os resultados da campanha. Afinal, ninguém gosta de receber um conteúdo sem que se tenha solicitado e, ainda pior, receber o mesmo conteúdo diversas vezes.

E como para o internauta brasileiro tudo vira meme, não demorou para as brincadeiras com o nome da Bettina começarem a circular. O nome dela chegou a ficar nos trending topics do Twitter, um ranking das palavras mais compartilhadas na rede social em determinado período. Tamanha visibilidade fez com que mais pessoas prestassem atenção aos vídeos e então começaram a questionar o que era dito. É mesmo tão fácil assim uma jovem conquistar mais de um milhão de reais em tão pouco tempo?

E este foi o segundo e primordial erro da Empiricus: diversos internautas denunciaram a campanha e o Conar (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária) abriu uma representação ética contra a empresa. O pedido de esclarecimento exige que a empresa esclareça se os vídeos divulgados se referem a uma campanha publicitária e exige também documentos que comprovem a veracidade das informações veiculadas.

Este case deixa muito claro que o consumidor já não está mais passivo à publicidade que lhe é imposta. Se algo incomoda ou soa falso, com certeza será colocado à prova e a empresa sofrerá com perda de reputação e credibilidade.

Uma campanha de marketing digital busca não só encontrar o consumidor final, como deve estar sempre comprometido com a autenticidade e com um planejamento que seja veiculado de forma ampla, porém respeitando o espaço do consumidor. É fundamental lembrar-se de que comunicação começa com conexão e não interrupção.

Está em busca de uma agência para desenvolver cases de sucesso para sua empresa? Entre em contato com a Big Data! Em nosso site citamos alguns cases que já construímos junto com nossos clientes.

Tendências em Marketing Digital para 2019

Mais um ano chegando ao seu final e é hora de começar a planejar as ações estratégicas para 2019. Estamos vivendo uma era de transformações, onde tudo muda o tempo todo principalmente na internet. Os hábitos de consumo mudam à medida que surgem novas tecnologias e produtos, e o que foi sucesso nos anos anteriores pode não ter tantos resultados no ano que vem chegando.

Através de pesquisas de marketing, consumo e tecnologia é possível avaliar as maiores tendências no marketing digital para 2019, confira: 

1) Big Data para campanhas personalizadas

Em meio a tanta concorrência e oferta de produtos e serviços, o consumidor dá preferência a empresas que o tratam de maneira pessoal e intimista. A Adobe realizou uma pesquisa e constatou que mais de 80% dos usuários desejam uma personalização em sua experiência de compra e relacionamento com as empresas. 59% dos entrevistados disseram que esperam que as empresas conheçam suas compras passadas.

Ou seja, o consumidor sabe que os dados da sua compra e ações online são armazenados pelas empresas e não só não se importam como desejam que as informações sejam utilizadas para melhoria nos processos de compra futuros. 

2) Vídeos

A utilização de serviços de vídeos como Youtube, Facebook e Instagram estão em processo de crescimento desde 2016 e os números revelam que ainda tem muito espaço para crescer mais. Em 2016, 80% dos usuários assistiam mais vídeos do que no ano anterior. Os dados se referem tanto a vídeos publicitários, gravados e editados como para vídeos ao vivo. Aproveitar que as ferramentas de redes sociais mais utilizadas pelos consumidores fornecem a opção de live e investir nessa modalidade é uma estratégia certeira.

Estudos mostram que em 2019 a quantidade de minutos assistidos na internet ultrapassará os minutos assistindo TV. Não dá para perder esta oportunidade de se comunicar com o cliente, concorda?

3) Chatbots

Sabe quando você entra na página de uma empresa no Facebook e automaticamente abre a janela de inbox, com um conteúdo pré-definido? Estes são os chatbots. É possível programá-los com os mais diversos conteúdos e o próprio Facebook oferece a ferramenta básica e gratuita. Mas é possível ir muito além e utilizar o serviço automático dos robôs de diversas formas e em praticamente todos os espaços da internet: redes sociais, sites e muito mais. 

4) Campanhas com microinfluenciadores

Quando está pesquisando algum produto ou serviço, o consumidor consulta primeiro a opinião de familiares e amigos e, em segundo lugar, os microinfluenciadores. São pessoas que possuem de 5 a 20 mil seguidores e, por conversarem de modo mais informal que os grandes influenciadores, transmitem mais segurança ao consumidor. Uma média de 70% do público do Youtube se engaja mais com microinfluenciadores do que com grandes personalidades.

5) Produção de Conteúdo

No item 1 deste texto falamos que os consumidores querem que seus dados sejam salvos pelas empresas de forma a estreitarem relacionamentos. Para tanto, a criação de conteúdo tem relação direta com o Big Data, que busca entender os gostos, interesses e necessidades de cada pessoa. No Marketing Digital temos o que é conhecido por Inbound Marketing, onde vários conteúdos são criados pensando em uma persona específica, de modo a guiar sua jornada de compra desde o primeiro contato com a marca até a finalização da compra e pós-venda.

Estas são apenas algumas das principais tendências identificadas para as ações de marketing digital em 2019. Gostaria de implementar algumas delas ou pensar em novas estratégias personalizadas para o perfil da sua empresa? Entre em contato com a Big Data!

A falta de conexão entre mulheres maduras e campanhas publicitárias

Não é novidade que o investimento em comunicação é imprescindível para o crescimento saudável e lucratividade das empresas. Somente no primeiro semestre de 2018 os investimentos em publicidade no Brasil chegaram a R$7,67 bilhões. Deste total, 61,8% foram destinados à TV aberta e 14,4% à internet, os dois meios com maior investimento.

Apesar dos investimentos volumosos em publicidade, existe uma parcela da população que não se sente representada. O número é expressivo: 92% das mulheres brasileiras com idade entre 55 e 74 anos não se sentem impactadas por propagandas e comunicação de anunciantes. São cerca de 16,8 milhões de mulheres que possuem necessidades, desejos e interesses como qualquer pessoa de outra faixa etária, mas não são reconhecidas pela publicidade. Os dados são da Hype60+, consultoria é responsável pelo estudo “Beleza Pura – Mulheres Maduras 2019”, realizado em parceria com Clarice Herzog Associados.

É evidente que toda marca, produto ou serviço tem personas e público-alvo específico, mas identificar que existe uma grande parcela da população que tem potencial de consumo e se sente invisível pela publicidade abre uma série de insights para as empresas.

Estima-se que até 2050 haverá no Brasil mais de 68 milhões de pessoas com mais de 60 anos. 86% das pessoas com mais de 55 anos possuem renda própria e geram uma receita de R$1,6 trilhão por ano. Estes indivíduos estão cada vez mais conectados. Com o aumento da longevidade, as pessoas estão entrando na melhor idade com saúde, disposição, curiosidade e interesse pela tecnologia.

Este é o grupo que mais cresce em número de perfis no Facebook. Até agosto de 2017, mais de 7,4 milhões de pessoas com mais de 60 anos estavam conectados à rede social, segundo levantamento da consultoria SeniorLab.

Ainda segundo a pesquisa da Hype60+, os maiores gastos das mulheres maduras são com saúde (planos e remédios) e alimentação, mas também se interessam por assuntos estéticos: 80% delas utilizam cosméticos de forma geral; 57% usam maquiagem; e 64% usam cosméticos específicos para suas idades. Elas têm interesse por viajar, buscam novas fontes de rendas, namoram e estudam.

Os números deixam muito claro: não dá mais para criar campanhas publicitárias deixando de lado este grande público. Compreender a linguagem, como abordar e interagir com estas pessoas é um desafio que as empresas precisam aprender o quanto antes. Topa participar deste desafio com a gente? A Big Data está pronta para criar a sua campanha. Vamos juntos inovar?

Gestão de crise nas redes sociais

É inevitável! Em algum momento da sua trajetória, qualquer empresa pode sofrer com críticas dos consumidores nas redes sociais. Estar ou não preparado para enfrentar o momento conturbado é o que vai definir se a marca sairá sem maiores arranhões ou se terá prejuízos em sua reputação. Confira a seguir algumas atitudes que devem ser tomadas para que os comentários negativos não prejudiquem a sua empresa:

Monitoramento

Antes de tudo é importante lembrar que a crítica negativa pode vir de qualquer lugar, não apenas nas redes sociais da empresa. Utilizar ferramentas de monitoramento por nomes ou palavras-chave auxilia na rápida identificação e tomada de decisões.

Planos de ações pré-crise

Trace estratégias de ações antes mesmo da crise acontecer. Uma boa dica é pesquisar os comentários dos consumidores e identificar possíveis falhas que possam vir a acontecer. Imagine comentários negativos e crie, junto com a equipe, meios eficazes de contornar a situação.

Combatendo a crise

É importante que a resposta seja rápida e seja publicada na mesma rede onde a crítica aconteceu, para que quem comentou tenha acesso e, principalmente, os demais internautas que visualizaram a reclamação. É interessante também mandar uma mensagem privada e, dependendo do tamanho do buzz, até entrar em contato de forma mais direta, como por telefone.

Pode ser que a reclamação saia da rede social onde foi iniciada e se espalhe para outros meios. É importante responder em todas elas, mantendo a equipe alinhada para que as respostas tenham a mesma linguagem.

A reclamação é válida? Reconheça e peça desculpas!

A pior coisa que pode acontecer para uma empresa é o cliente estar certo e a empresa fazer vistas grossas. Ou, pior ainda, encontrar uma maneira de culpar o dono da crítica. Acredite, este tipo de ação acontece e o resultado é o pior possível. Toda empresa é passível de erros e reconhecê-los, pedir desculpas e corrigir a situação é o modo mais ético e justo de se resolver.

Aprenda com a crise

Depois que o assunto foi contornado, vale estudar todo o acontecimento. Porque começou, onde, a velocidade em que se alastrou, se a equipe estava preparada para solucionar a questão no tempo adequado e como a crise interferiu na imagem da empresa.

Assim como todo problema, é possível aprender muito com as crises. O importante é estar sempre preparado para resolver a situação com tranquilidade e eficiência.

Vamos deixar sua empresa preparada para enfrentar possíveis crises nas redes sociais? Entre em contato com a Big Data, podemos criar juntos as melhores estratégias!