E-commerce nunca foi tão importante como agora! Invista em uma loja virtual para sua empresa

Segundo dados da revista Exame, as compras realizadas pela internet tiveram um aumento de 40% desde o início da quarentena causada pelo novo coronavírus. Se a situação ficou complicada para diversos setores do comércio, principalmente para as lojas físicas, o e-commerce viu na situação uma grande oportunidade de crescimento.

As empresas que já possuíam um comércio eletrônico precisaram fortalecer os seus serviços, ampliando a variedade de produtos, investindo em reforço tecnológico e profissionais para atendimento. Já as empresas que ainda não oferecem atendimento e vendas de forma virtual precisam, mais do que nunca, investir em nestas plataformas.

Ainda não é possível saber até quando a quarentena vai durar. Mas é consenso entre especialistas em futurologia que a situação veio para mudar de vez a relação do consumidor com marcas e empresas e seus hábitos de consumo. Já era mesmo previsto que as vendas pela internet seriam cada vez mais comuns nos próximos anos, mas a pandemia veio para acelerar o processo e esta forma de compra vai crescer a cada dia mais.

Alguns setores têm apresentado melhor procura do que outros, como os que oferecem serviços de primeira necessidade (supermercados, farmácias e restaurantes). Mas outros segmentos também se beneficiam em tempos de quarentena, com as pessoas estão ficando mais em casa. Alguns exemplos:

– lojas de eletrônicos, uma vez que as pessoas trabalham em casa e precisam de máquinas mais rápidas e eficientes;
– lojas de móveis e objetos para escritórios, já que muita gente não tinha uma cadeira de computador em casa, por exemplo, ou mesas ideais para trabalhar;
– lojas de utilidades domésticas. Muita gente que não cozinhava em casa passou a fazê-lo, e precisa de utensílios.

A lista certamente é maior e é importante que todo empresário faça um planejamento, contemplando análises de cenário, buscando entender onde sua empresa está e onde pretende chegar, pensando especialmente como pode ser útil ao consumidor neste novo momento.

É fundamental também contar com a ajuda de especialistas. Começar a vender pela internet envolve muitas questões e contar com quem tem conhecimento sobre o assunto pode ser determinante para tomar decisões mais acertadas, além da escolha das ferramentas mais adequadas e de melhor relação custo-benefício.

Um exemplo simples é a utilização do Whatsapp Business, uma forma profissional e eficiente de se conectar com o consumidor de maneira mais ágil. Com esta ferramenta configurada da forma correta, as possibilidades de se fechar uma venda são maiores.

Outro exemplo, desta vez mais complexo, é a configuração de um e-commerce. É preciso pensar na plataforma a ser utilizada, formas de pagamento, logística, composição de custos, ERP, usabilidade do site, dentre várias outras análises a serem feitas visando a conversão das visitas em compras efetivas. É necessário um suporte tecnológico eficiente para garantir que, mesmo com muitos acessos simultâneos, o consumidor consiga navegar pelo site sem problemas. E é importantíssimo saber como configurar um site que seja completamente seguro para o consumidor, principalmente se ele tiver que colocar dados como número de cartão de crédito para efetuar a compra.

Estes são apenas alguns poucos exemplos da complexidade da tomada de decisões quando se planeja vender pela internet. Possibilitar que o consumidor encontre o seu produto de forma virtual será ainda mais fundamental daqui pra frente. E a tarefa exige seriedade, muito planejamento e conhecimento.

Não coloque em risco a reputação da sua empresa. Confie este trabalho a quem possui ampla experiência no mercado digital. A agência Big Data possui em seu portfólio clientes com ótimos resultados em e-commerce. Converse com a gente para que possamos ajudar a sua empresa a crescer nestes novos tempos!

4 dicas de como trabalhar o marketing digital em tempos de coronavírus

Se a internet já era um dos principais canais de comunicação de empresas com os clientes, nestes dias em que praticamente o mundo todo está de quarentena por recomendações de especialistas, mais do que importante, a internet passou a ser fundamental. Esta forma de comunicação é basicamente o meio mais rápido e eficiente de uma empresa falar com seu cliente, já que o contato pessoal ficou restrito e mídias como rádio, anúncios em revista e TV tendem a ser mais caros e de difícil segmentação e mensuração dos resultados.

Como tudo o que acontece de forma inesperada, o avanço da pandemia em âmbito mundial pegou a todos desprevenidos. A indecisão sobre como agir é geral e não poderia ser diferente. O importante agora é manter a tranquilidade, pesquisar diferentes cenários e agir com cautela.

Confira algumas dicas de como trabalhar o marketing digital em tempos de coronavírus.

Pause o planejamento que já havia sido feito

Estamos finalizando o primeiro trimestre do ano e provavelmente lá em janeiro sua equipe tinha todo um planejamento elaborado para os próximos meses. Mas o cenário mudou e não é hora de dar continuidade ao planejamento! O momento é de desenvolver novas estratégias e buscar desenhar novos caminhos.

Fortaleça o relacionamento com os clientes atuais

Agora é hora de investir em quem já conhece a sua empresa, em seus clientes ativos e seguidores nas redes sociais. Estreitar o relacionamento com esses públicos é primordial neste momento. Aproveite para conhecê-los melhor, use a criatividade para que eles interajam com as redes sociais, promova enquetes valiosas que possam te dar respostas assertivas para usar em ações imediatas, do dia a dia, e em estratégias de médio prazo.

Jamais se afaste das redes sociais

Este é o maior erro que uma empresa pode cometer neste momento! Se, com receio do que postar, uma empresa resolve simplesmente não aparecer, seu cliente vai acabar se esquecendo dela! As marcas mais importantes e valiosas do mundo investem em campanhas publicitárias ano após ano com o objetivo de reforço de marca, ou seja, não deixar que o consumidor se esqueça dela. Pense bem: o seu concorrente vai continuar com as publicações e anúncios nas redes sociais. Quando esta situação passar, de quem o cliente vai se lembrar quando precisar fazer uma compra: da sua empresa, que sumiu, ou do concorrente que se manteve ao lado dele todo este tempo?

Seja criativo

Criatividade faz parte de todo negócio de sucesso, principalmente nos momentos de crise. É hora de pensar diferente, de ir além. Buscar soluções ainda não utilizadas, se reinventar. As vendas podem cair, sim, mas a queda pode ser menor não só agora, mas também a longo prazo. Tem muitas empresas oferecendo vouchers de desconto para quando a quarentena acabar. Compre um voucher de R$50 e ganhe um crédito de R$100 para usar futuramente. É um modo de fazer com que o cliente volte à sua loja tão logo seja possível.

Contar com um parceiro experiente em marketing digital é muito importante para manter sua empresa ativa em tempos difíceis. Não se esqueça, a internet vai ser sua principal aliada neste momento e no novo cenário que se apresentará em seguida. Precisando de qualquer ajuda, a agência Big Data está à disposição! Conte com a gente =)

7 dicas para gerenciar as redes sociais da sua empresa

Criar as redes sociais de uma empresa é tarefa muito simples, bastam algumas etapas e voilà, sua empresa tem uma rede social para chamar de sua. Mas e agora? Para ser bem sucedido nas redes sociais é preciso planejamento. Saber com quem você está falando, que tipo de conteúdo o seu público gosta e o horário que ele mais acessa a internet são apenas alguns pontos que devem ser analisados. Veja a seguir como fazer um planejamento e gestão de mídias sociais de sucesso!

1- Benchmarking

É sempre válido analisar as redes dos concorrentes. Liste 4 ou 5 empresas que oferecem produtos e serviços semelhantes aos da sua empresa e investigue as redes sociais. Anote a quantidade de postagens, qual tipo de conteúdo recebe mais interações e outras observações que julgar importantes.

2- Escolha as redes sociais

De nada adianta sair criando conta em todas as redes sociais se a empresa não tiver condições de produzir conteúdo para todas. Por exemplo, o Youtube é uma excelente ferramenta para quem cria vídeos de qualidade, com roteiros bem definidos e qualidade de imagem. Se você não vai oferecer esse tipo de conteúdo para o público, não faz sentido divulgar que a empresa tem um canal lá.

3- Crie as personas

Já falamos aqui no blog sobre personas. Elas são fundamentais para dar uma identidade para o seu consumidor. Quando criar conteúdos, lembre-se das personas! Como você conversaria com aquela pessoa? Qual linguagem usar, do que ela gosta, tudo isso é muito importante.

4- Crie uma identidade visual para as publicações

Perfis empresariais precisam de características que os identifiquem. Crie de um a três layouts com cores e tipografia semelhantes, de modo a criar uma identidade visual para as suas publicações.

5- Planeje o conteúdo

A maioria das redes sociais permite a publicação de diversos formatos. Fotos, vídeos, texto, gifs que funcionam como jogos, enquetes… com criatividade é possível criar conteúdos engajadores. Frases inspiradoras, dicas e informações úteis para seus públicos. Mais uma vez: não se esqueça das personas, pense em qual conteúdo ela gostaria de receber.

6- Rede social é lugar de relacionamento. As vendas são consequências.

Ponto importante e que muita empresa ignora: redes sociais são ferramentas para socializar, e não vender. O objetivo é se aproximar do consumidor, criar laços, tirar dúvidas. Crie conteúdos interessantes, criativos e que faça os públicos te reconhecerem como referência. Acredite: fazendo um bom trabalho, a venda vem como consequência.

7- Monitore!

De nada adianta realizar de forma exemplar todas as etapa acima, mas deixar o monitoramento de lado. E este é um trabalho que deve ser realizado em período integral. Se alguém deixou um comentário em sua postagem ou mandou alguma dúvida por inbox, a resposta deve ser quase que imediata. Jamais deixe o consumidor aguardando. Mesmo se não puder resolver a situação ou sanar a dúvida imediatamente, deixe-o ciente de que a empresa está trabalhando em uma solução.

Este é apenas um pequeno resumo de tudo o que faz um analista de mídias sociais. A Big Data tem uma equipe pronta para planejar, executar e monitorar a presença da sua empresa nas redes sociais, entre em contato para mais informações.

Funil de Vendas e a Pirâmide de Chet Holmes na jornada de compra

É impossível falar sobre Inbound Marketing sem citar o funil de vendas, que divide em etapas a jornada de compra de um cliente. Por isso, no post “O que é Inbound Marketing e como aplicá-lo à minha empresa” explicamos de forma detalhada como este conceito é aplicado nas campanhas de marketing digital.

Mas existe também outro termo importante que deve ser analisado durante o processo de planejamento e que atua como complemento ao funil: a Pirâmide de Chet Holmes. Em seu livro “The Ultimate Sales Machine”, Chet Holmes apresenta uma pesquisa que realizou com empresas de diferentes segmentos.

Ele constatou que apenas 3% dos leads de uma empresa realmente desejam comprar algo e 7% deles estão abertos a ouvir e receber propostas. 30% não estão pensando em comprar, 30% acredita não estar interessado em comprar e 30% tem certeza que não está interessado em comprar. O resultado é a pirâmide abaixo:

Mas o que isso tem a ver com o funil de vendas? Tudo! Basta inverter a pirâmide de Chet Holmes e temos um modelo bem parecido com o funil de vendas. E aqui entra a importância de um bom planejamento, aliando as duas estratégias.

Analisando as porcentagens de cada etapa da pirâmide, fica muito claro entender que o trabalho de um vendedor é árduo. Se apenas 10% dos potenciais clientes querem ou estão abertos à compra, como encontrar espaço para conversar com os outros 90%?

Estes números reforçam a importância do Inbound Marketing, que, bem planejada, permite se aproximar sutilmente dos clientes que não estão interessados na compra e assim, por meio do desenvolvimento de conteúdos atrativos, acompanhá-los por toda a jornada, até a decisão de compra.

A equipe da Big Data está a postos para implementar a melhor estratégia para o seu negócio! Entre em contato com a gente, vamos conversar?

O que é Storytelling e como implementá-lo em minha empresa

Já falamos aqui no blog sobre o Inbound Marketing e como ele é muito importante em uma campanha de Marketing Digital, sendo a palavra da vez nas agências de comunicação. E existe um termo que pega carona no Inbound Marketing, o Storytelling.

Traduzindo em bom português, Storytelling nada mais é do que “contar história”. É uma técnica de comunicação cujo o objetivo é transmitir uma mensagem de modo interessante e que segure a atenção do público. Prender sua atenção, fazê-lo se envolver com a história, sensibilizar e comover.

O homem conta histórias desde que se aprendeu a comunicar, isso não é nada recente. O que é mais novidade é a forma como as histórias são criadas no contexto publicitário. Afinal, contar uma história para vender um produto ou serviço não é tarefa fácil.

A internet e novas mídias aumentaram de forma expressiva a quantidade de informação que uma pessoa recebe ao longo do dia. Com esse bombardeio de informações e propagandas em todos os lugares, como fazer o consumidor prestar atenção em sua marca? Como fazê-lo parar para ouvir, se engajar, interagir e compartilhar a sua história? Tudo isso é pensado e executado durante o planejamento do Storytelling.

Etapas importantes de um Storytelling

– Toda história tem começo, meio e fim, passando pelo ápice (que são desafios e momentos de tensão) até chegar à conclusão da história. Crie toda a sua história antes de começar a contá-la!

– O leitor precisa se identificar com a história e, principalmente, com o problema vivido pelo personagem. Será que ele vai conseguir sair desta? Como?

– Conquiste a pessoa que está acompanhando a história, divulgando elementos que ela vivencia no dia a dia. Ela precisa conhecer a situação que o personagem vive, para assim ter empatia e torcer por ele.

– Mostre como o personagem conseguiu resolver o problema e transformou a história com um final positivo.

– Toda história precisa passar uma mensagem. Lembre-se dos contos de fadas! Cada uma destas histórias traz um ensinamento.

Algumas características importantes são deixar a história interativa, fazendo com que o público-alvo participe. É importante também que a história não seja longa e cansativa. Use e abuse de técnicas de neuromarketing e vendas!

Mas como saber qual o tipo ideal de história que vai associar a marca da sua empresa ao seu público-alvo? Quais são as dores e motivações com as quais ele irá se identificar, o que irá motivá-lo para interagir com a história? Entre em contato com a Big Data! Nossa equipe está à disposição para conhecer a sua empresa e contar a sua história!

O que é e como calcular o ROI das ações de Marketing Digital

Já falamos aqui no blog sobre como o marketing digital possibilitou uma maior aproximação das empresas com os clientes, com um custo muito menor do que era comum nas mídias tradicionais como jornais e revistas, por exemplo. Com o advento da internet e principalmente das mídias sociais, ficou fácil falar especificamente com o seu público alvo, direcionando o valor investido em uma campanha focada exatamente nas pessoas que tem interesse em seu negócio.

Mas você sabe se as campanhas realizadas por sua empresa tem tido um retorno positivo ou negativo? Falando mais tecnicamente, você calcula o ROI das suas ações de marketing?

O que é ROI

ROI é a sigla de “Return on Investment” ou Retorno sobre o Investimento. Ele mostra detalhadamente se uma campanha teve lucro ou prejuízo, sendo de total importância para a estabilidade financeira de qualquer empresa.

A equação é muito simples:

ROI = Lucro Líquido (Lucro do Investimento – Custo do Investimento) / Custo do Investimento.

Desta forma, deve-se somar todas as vendas geradas através da campanha realizada e subtrair todos os custos, tais como campanha em Google e Facebook Ads, disparo de e-mail marketing e outros custos. Tendo este número em mãos, basta dividir o valor obtido pelo custo do investimento. Aí está o seu ROI.

Como analisar o resultado do ROI

O objetivo do ROI é saber quais as campanhas trouxeram lucro para a empresa e quais não tiveram o retorno desejado, para assim ser possível readequar o planejamento de marketing.

Mas o conceito de um ROI ser bom ou ruim varia de acordo com os objetivos da empresa. Pode acontecer de o resultado ter sido positivo, mas ainda assim não ter atingido a meta estabelecida. Por isso é fundamental que a empresa tenha claro quais são as metas de cada campanha realizada.

A interpretação de ROI varia também para cada empresa. Pode ser que um valor de R$10 por lead seja extremamente caro para uma empresa, mas muito barato para outra. Por isso não existe um “ROI ideal” geral, ele deve ser analisado levando-se em consideração as metas e objetivos da campanha analisada.

Ainda achou confuso e não sabe como começar a analisar o ROI das campanhas da sua empresa? Fique tranquilo, a BIG DATA realiza os estudos de cada ação de marketing realizada. Entre em contato, podemos te ajudar!