Tendências de marketing para 2022

Todos os anos, assim como em todos os setores profissionais, o mercado da comunicação é pautado por diversas novas tendências. Se o mundo já vem mudando com o passar dos anos, depois da pandemia de covid que enfrentamos, tudo mudou muito e ainda mais rápido do que o normal. Algumas coisas podemos perceber no dia a dia, como por exemplo a quantidade de supermercados que agora vendem online e até mesmo os cardápios dos restaurantes, que agora são em QR code em sua maioria. Mas, além disso, quais são as tendências que devem vir com tudo neste ano de 2022?

Quem trabalha com marketing e publicidade precisa estar atento a estas mudanças, já que precisamos entender os hábitos, desejos, comportamentos de consumo e necessidades das pessoas. Pesquisas e análises de mercado indicam que o cliente tem cada vez mais poder. Hoje ele não escolhe produtos e serviços pensando apenas na qualidade, mas em tudo o que a marca representa para a sociedade como um todo.

Cuidado com o meio ambiente, sustentabilidade, práticas e ações sociais são cada vez mais importantes para o consumidor, que gosta de ver marcas se posicionando frente a temas complexos, políticos, sociais e relevantes. E o consumidor está atento! Não basta apenas defender a causa na teoria, mas não colocar em prática. A sociedade exige ações sólidas e concretas, da porta pra fora e da porta pra dentro.

Diversidade é palavra de ordem e a representatividade deve estar inserida em todo o contexto de uma empresa: na publicidade que ela apresenta ao consumidor, mas principalmente em áreas internas como composição das equipes e cargos de liderança, diretoria e gerência. Empoderamento feminino, da população negra e das pessoas LGBTQIAP+ são os temas mais recorrentes, mas todo tipo de preconceito deve ser combatido.

Outro tema que está muito em pauta e que o consumidor está cada vez mais consciente diz respeito à inteligência e privacidade de dados. Em um mundo digital, onde compras e transações bancárias são realizadas pelo computador ou celular, e as redes sociais continuam sendo o centro das atenções, a segurança e para onde os dados estão indo e com qual objetivo tem gerado interesse. As pessoas entenderam que, com a big data, seus dados estão sendo cruzados e algumas empresas têm suas vidas nas mãos. Uma comprovação de que o tema está no centro da discussão foi a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que tem o objetivo de reforçar a privacidade das pessoas e garantir aos clientes mais controle sobre seus dados.

Ainda sobre redes sociais, a tendência é que 60% do investimento global destinado para publicidade em 2022 será investido em mídia digital, que está cada vez mais integrada a ambientes de compra como e-commerces e marketplaces. E já que as redes sociais continuam em alta, cresce também o investimento em conteúdo próprio (com destaque para Inbound Marketing) e em parceria com influenciadores.

Embora muito se fale sobre Metaverso, este ainda é um tema que está engatinhando e gera mais dúvidas e especulações do que certezas. Apostamos que esse será um ssunto a ser mais aprofundado e entendido a partir de 2023.

E você, o que acha de todas estas tendências? Acredita que estejam corretas? Conta pra gente nos comentários! E se estiver precisando de uma agência para apresentar, analisar e colocar em prática ações que gerem resultados efetivos, mande uma mensagem pra gente 🙂

Como saber qual agência escolher para atender a minha empresa?

No mundo cada vez mais digital em que vivemos, para que uma empresa se destaque no mercado e seja conhecida pelo público é fundamental que ela esteja na internet. Mas não é só presença, é preciso consistência! Conhecer e chegar até os públicos, fazer com que conheçam, comprem e recomendem seu produto ou serviço é tarefa das agências de publicidade e comunicação digital.  

Muitas vezes, no caso de grandes empresas, a decisão sobre qual agência escolher fica a cargo do profissional de marketing, que já tem maior familiaridade com esta área. Mas e no caso das micro, pequenas e médias empresas, que nem sempre têm um profissional com este conhecimento, quais critérios seguir? Veja algumas dicas: 

– Entenda o objetivo inicial da sua empresa 

Qual é o principal motivo pelo qual você quer contratar uma agência de publicidade? Apresentar sua marca, construir um posicionamento para sua empresa, conhecer seus públicos, vender um produto específico, ser lembrado pelos consumidores, gerar leads para o setor de vendas… embora o objetivo final seja o lucro, várias etapas acontecem durante o caminho e sabendo qual é o objetivo inicial fica mais fácil escolher uma agência com maior expertise em determinada área. 

– Portfolio da agência 

Após realizar a etapa anterior, quando for entrar em contato com as agências que pré-selecionadas, fica mais fácil explicar os seus objetivos e pedir para que a agência apresente seu portfolio, os últimos e mais expressivos resultados que ela obteve com algum cliente, preferencialmente com objetivos semelhantes aos da sua empresa. 

– Estrutura da agência 

Só estrutura não quer dizer nada, mas é um item que pode ser importante se avaliado em conjunto com outras questões. Mais que equipamentos, softwares modernos são essenciais para a entrega de projetos no prazo acertado e com a qualidade desejada. 

-Equipes multidisciplinares 

Ao contratar o serviço de uma agência de comunicação e marketing, é interessante conhecer a equipe que irá trabalhar nos projetos da empresa. Uma equipe multidisciplinar (seja em questões de gênero, idade, raça, formação e conhecimentos diversos) oferece uma visão de mundo mais ampla, possibilitando maior diversidade de pensamentos e ideias, que naturalmente se refletem na qualidade do trabalho entregue. 

– Custo-benefício 

Assim como toda oferta de serviço, o preço por si só não serve de parâmetro para a qualidade do serviço ofertado. Escolher uma agência só porque o preço dela é menor não justifica se ela não tem capacidade de oferecer serviços de boa qualidade. Por outro lado, uma agência muito reconhecida e que cobra valores elevados pode ter tantos clientes que talvez não dê a devida atenção que sua empresa merece. 

A Big Data possui uma carteira de clientes enxuta e proporcional à sua capacidade de atendimento. Nossos profissionais possuem grande experiência e vivência de mercado com atuação destacada em diversas áreas. Entre em contato, vamos conversar?

7 dicas para gerenciar as redes sociais da sua empresa

Criar as redes sociais de uma empresa é tarefa muito simples, bastam algumas etapas e voilà, sua empresa tem uma rede social para chamar de sua. Mas e agora? Para ser bem sucedido nas redes sociais é preciso planejamento. Saber com quem você está falando, que tipo de conteúdo o seu público gosta e o horário que ele mais acessa a internet são apenas alguns pontos que devem ser analisados. Veja a seguir como fazer um planejamento e gestão de mídias sociais de sucesso!

1- Benchmarking

É sempre válido analisar as redes dos concorrentes. Liste 4 ou 5 empresas que oferecem produtos e serviços semelhantes aos da sua empresa e investigue as redes sociais. Anote a quantidade de postagens, qual tipo de conteúdo recebe mais interações e outras observações que julgar importantes.

2- Escolha as redes sociais

De nada adianta sair criando conta em todas as redes sociais se a empresa não tiver condições de produzir conteúdo para todas. Por exemplo, o Youtube é uma excelente ferramenta para quem cria vídeos de qualidade, com roteiros bem definidos e qualidade de imagem. Se você não vai oferecer esse tipo de conteúdo para o público, não faz sentido divulgar que a empresa tem um canal lá.

3- Crie as personas

Já falamos aqui no blog sobre personas. Elas são fundamentais para dar uma identidade para o seu consumidor. Quando criar conteúdos, lembre-se das personas! Como você conversaria com aquela pessoa? Qual linguagem usar, do que ela gosta, tudo isso é muito importante.

4- Crie uma identidade visual para as publicações

Perfis empresariais precisam de características que os identifiquem. Crie de um a três layouts com cores e tipografia semelhantes, de modo a criar uma identidade visual para as suas publicações.

5- Planeje o conteúdo

A maioria das redes sociais permite a publicação de diversos formatos. Fotos, vídeos, texto, gifs que funcionam como jogos, enquetes… com criatividade é possível criar conteúdos engajadores. Frases inspiradoras, dicas e informações úteis para seus públicos. Mais uma vez: não se esqueça das personas, pense em qual conteúdo ela gostaria de receber.

6- Rede social é lugar de relacionamento. As vendas são consequências.

Ponto importante e que muita empresa ignora: redes sociais são ferramentas para socializar, e não vender. O objetivo é se aproximar do consumidor, criar laços, tirar dúvidas. Crie conteúdos interessantes, criativos e que faça os públicos te reconhecerem como referência. Acredite: fazendo um bom trabalho, a venda vem como consequência.

7- Monitore!

De nada adianta realizar de forma exemplar todas as etapa acima, mas deixar o monitoramento de lado. E este é um trabalho que deve ser realizado em período integral. Se alguém deixou um comentário em sua postagem ou mandou alguma dúvida por inbox, a resposta deve ser quase que imediata. Jamais deixe o consumidor aguardando. Mesmo se não puder resolver a situação ou sanar a dúvida imediatamente, deixe-o ciente de que a empresa está trabalhando em uma solução.

Este é apenas um pequeno resumo de tudo o que faz um analista de mídias sociais. A Big Data tem uma equipe pronta para planejar, executar e monitorar a presença da sua empresa nas redes sociais, entre em contato para mais informações.

6 dicas para fazer sucesso no Instagram

Lançado em outubro de 2010 inicialmente apenas para Iphone, o Instagram foi um grande sucesso já no primeiro dia de lançamento, se tornando o app mais baixado na Apple Store! Três meses depois chegava ao marco de 1 milhão de usuários em todo o mundo. Somente em abril de 2012 o app foi enfim disponibilizado para aparelhos com sistema operacional Android e na ocasião já contava com mais de 30 milhões de usuários. Poucos dias depois, o Facebook anunciou a compra do Instagram e as novidades nunca mais pararam de surgir. Umas ótimas, outras nem tanto.

Em 2015, o Instagram liberou a ferramenta de Ads, ou anúncios pagos. A partir daí, começaram as mudanças nos famosos e temidos algoritmos, que fazem com que a publicação que não recebe investimentos financeiros apareça para cada vez menos pessoas.

Uma das principais novidades, e que revolucionou a forma como as pessoas usam o aplicativo, foi a criação dos stories, formato de vídeo que fica disponível por apenas 24 horas. O modelo já fazia sucesso, entre os adolescentes principalmente, mas em outro app, o Snapchat, que viu seus acessos despencarem depois da cópia novidade do Instagram.

E como o app não para de inovar, em junho de 2018 anunciaram mais uma novidade que promete fazer grande sucesso, o IGTV, que funciona como um canal de tv mesmo, com vídeos de até 10 minutos. São muitas possibilidades de utilização e agora vamos mostrar 6 dicas para sua empresa ter ainda mais sucesso no Instagram.

1 – Faça fotos de qualidade

Não tem segredo. Como o Instagram é uma rede social voltada para a fotografia e vídeo, qualidade é fundamental. Aprender o básico da fotografia como composição e enquadramento ajuda muito neste quesito. Ninguém entra em uma rede social para ver fotos que não sejam interessantes. Pense em como fazer a foto antes de clicar, às vezes mudar um pouco que seja a posição do celular já ajuda muito.

2 – Utilize boas ferramentas de edição de imagens

Depois de ter feito uma boa foto, pense também na edição. Acredite, por melhor que a foto seja, sempre dá pra melhorar! O próprio Instagram tem sua ferramenta de edição, mas que é um pouco limitada. Vale a pena buscar por aplicativos gratuitos como Snapseed, Lightroom e Vsco.

3 – Não se esqueça das Hashtags!

O Instagram permite a utilização de até 30 hashtags, embora seja recomendado o uso de no máximo 10 por foto. Pesquise as que tenham maior quantidade de fotos publicadas e fique de olho nas tendências! Com frequência surgem tags novas que bombam por determinados momentos. Mas só utilize-as se realmente tiverem a ver com sua foto, ok?

4 – Interaja com seus seguidores

O Instagram é uma rede social e por isso incentivam a interação entre os usuários. Curta e comente as fotos dos seus amigos e das pessoas com as quais você se relaciona. Em caso de perfis empresariais, jamais deixe de responder as perguntas dos clientes, seja na publicação ou por inbox.

5 – Use aplicativos para gerenciamento

O Instagram é uma rede social móvel, para smartphones e tablets, tendo suas funcionalidades muito limitadas em desktop. Se seu perfil recebe muitas interações, pode ser interessante utilizar ferramentas de terceiros, que funcionam perfeitamente em desktop. Estas ferramentas permitem que você responda comentários e até realize agendamentos de postagens.

6 – Planeje estratégias em vídeo

Pesquisas indicam que até 2020 a forma de conteúdo mais visualizada pelos internautas serão os vídeos. Com os stories e agora com o IGTV, as possibilidades são muitas! Reserve um tempo para planejar e criar conteúdos com vídeos.

Dica bônus: jamais compre seguidores!

Essa prática só prejudica o seu negócio, já que as interações não acontecem. De nada adianta ter milhares de seguidores se ninguém curte e comenta ou, pior, não conhece sua empresa.

Precisa de ajuda pra fazer o perfil da sua empresa no Instagram ser um sucesso? A Big Data pode te ajudar, entre em contato com a gente!

Funil de Vendas e a Pirâmide de Chet Holmes na jornada de compra

É impossível falar sobre Inbound Marketing sem citar o funil de vendas, que divide em etapas a jornada de compra de um cliente. Por isso, no post “O que é Inbound Marketing e como aplicá-lo à minha empresa” explicamos de forma detalhada como este conceito é aplicado nas campanhas de marketing digital.

Mas existe também outro termo importante que deve ser analisado durante o processo de planejamento e que atua como complemento ao funil: a Pirâmide de Chet Holmes. Em seu livro “The Ultimate Sales Machine”, Chet Holmes apresenta uma pesquisa que realizou com empresas de diferentes segmentos.

Ele constatou que apenas 3% dos leads de uma empresa realmente desejam comprar algo e 7% deles estão abertos a ouvir e receber propostas. 30% não estão pensando em comprar, 30% acredita não estar interessado em comprar e 30% tem certeza que não está interessado em comprar. O resultado é a pirâmide abaixo:

Mas o que isso tem a ver com o funil de vendas? Tudo! Basta inverter a pirâmide de Chet Holmes e temos um modelo bem parecido com o funil de vendas. E aqui entra a importância de um bom planejamento, aliando as duas estratégias.

Analisando as porcentagens de cada etapa da pirâmide, fica muito claro entender que o trabalho de um vendedor é árduo. Se apenas 10% dos potenciais clientes querem ou estão abertos à compra, como encontrar espaço para conversar com os outros 90%?

Estes números reforçam a importância do Inbound Marketing, que, bem planejada, permite se aproximar sutilmente dos clientes que não estão interessados na compra e assim, por meio do desenvolvimento de conteúdos atrativos, acompanhá-los por toda a jornada, até a decisão de compra.

A equipe da Big Data está a postos para implementar a melhor estratégia para o seu negócio! Entre em contato com a gente, vamos conversar?

Você sabe o que é gameficação?

Você pode até nunca ter ouvido falar em gameficação, mas com certeza sabe o que é e provavelmente já até participou deste tipo de ação. Gameficação nada mais é do que o uso de práticas e dinâmicas de jogos que incentivem os públicos a se engajarem com sua marca.

De forma prática, as empresas oferecem recompensas aos participantes que realizam tarefas pré-determinadas. Um case clássico é o do antigo Foursquare, que distribuía medalhas (badges) sempre que o usuário fazia check-in em determinado local. Desta forma, criava o incentivo de se usar o app frequentemente, gerando uma competição. Terminar a semana com mais medalhas que os amigos era o máximo!

O Waze, aplicativo de GPS que indica as melhores rotas de trânsito e conta com a colaboração dos usuários, é outro exemplo de app que utiliza da gameficação. Quanto mais contribuições, como por exemplo indicando pontos de acidente, mais pontos o usuário acumula e avança no ranking.

A gameficação gera bons resultados porque permite a interação dos usuários com a marca de uma forma descontraída. E como sabemos, um cliente que gosta da marca e a vê como um amigo tem grandes chances de se fidelizar e se tornar um embaixador da marca.

Como a gameficação necessita de interações frequentes, ele auxilia também no branding, fortalecendo a imagem da empresa. Além disso, tem alto potencial de compartilhamento e geração de buzz.

Saiba como a Big Data pode ajudar a sua empresa a crescer cada vez mais, entre em contato com nossa equipe!

O que é Storytelling e como implementá-lo em minha empresa

Já falamos aqui no blog sobre o Inbound Marketing e como ele é muito importante em uma campanha de Marketing Digital, sendo a palavra da vez nas agências de comunicação. E existe um termo que pega carona no Inbound Marketing, o Storytelling.

Traduzindo em bom português, Storytelling nada mais é do que “contar história”. É uma técnica de comunicação cujo o objetivo é transmitir uma mensagem de modo interessante e que segure a atenção do público. Prender sua atenção, fazê-lo se envolver com a história, sensibilizar e comover.

O homem conta histórias desde que se aprendeu a comunicar, isso não é nada recente. O que é mais novidade é a forma como as histórias são criadas no contexto publicitário. Afinal, contar uma história para vender um produto ou serviço não é tarefa fácil.

A internet e novas mídias aumentaram de forma expressiva a quantidade de informação que uma pessoa recebe ao longo do dia. Com esse bombardeio de informações e propagandas em todos os lugares, como fazer o consumidor prestar atenção em sua marca? Como fazê-lo parar para ouvir, se engajar, interagir e compartilhar a sua história? Tudo isso é pensado e executado durante o planejamento do Storytelling.

Etapas importantes de um Storytelling

– Toda história tem começo, meio e fim, passando pelo ápice (que são desafios e momentos de tensão) até chegar à conclusão da história. Crie toda a sua história antes de começar a contá-la!

– O leitor precisa se identificar com a história e, principalmente, com o problema vivido pelo personagem. Será que ele vai conseguir sair desta? Como?

– Conquiste a pessoa que está acompanhando a história, divulgando elementos que ela vivencia no dia a dia. Ela precisa conhecer a situação que o personagem vive, para assim ter empatia e torcer por ele.

– Mostre como o personagem conseguiu resolver o problema e transformou a história com um final positivo.

– Toda história precisa passar uma mensagem. Lembre-se dos contos de fadas! Cada uma destas histórias traz um ensinamento.

Algumas características importantes são deixar a história interativa, fazendo com que o público-alvo participe. É importante também que a história não seja longa e cansativa. Use e abuse de técnicas de neuromarketing e vendas!

Mas como saber qual o tipo ideal de história que vai associar a marca da sua empresa ao seu público-alvo? Quais são as dores e motivações com as quais ele irá se identificar, o que irá motivá-lo para interagir com a história? Entre em contato com a Big Data! Nossa equipe está à disposição para conhecer a sua empresa e contar a sua história!

Banco Intermedium – crescimento da geração de negócios com ROI superior a 2.000

Nossa equipe foi responsável pelo desenvolvimento e consolidação digital de vendas de Crédito Consignado do Banco Intermedium. Realizamos todo o planejamento, comunicação e gestão das campanhas, criação, desenvolvimento, gestão do site, SEO, criação de conteúdo para redes sociais, análise de mercado e monitoramento de concorrência, definição de personas e muito mais.

 Um dos principais fatores para o resultado ter sido extremamente positivo foi o monitoramento permanente e constante dos diversos indicadores de desempenho do funil de vendas. Com este acompanhamento diário foi possível tomar decisões rápidas e estratégias assertivas durante todo o período da campanha.

 Podemos ajudar a sua empresa a obter resultados incrivelmente positivos no âmbito digital! Entre em contato para mais informações.

Influenciadores digitais podem ajudar o meu negócio?

Muito tem se falado sobre os influenciadores digitais. Até um tempo atrás se entendia por influenciadores apenas aqueles famosos e com uma quantidade quase absurda de seguidores. Whindersson Nunes, Felipe Neto, Hugo Gloss e Kéfera são alguns exemplos de influenciadores que contam com dezenas de milhões de pessoas seguindo os seus perfis.

Mais recentemente porém foi constatado que os micro influenciadores também fazem barulho, e que o poder deles em uma campanha de marketing é ainda mais eficiente do que a de um mega influenciador. É fácil de entender, afinal os micro influenciadores engajam um nicho bem característico e segmentado, tornando assim a taxa de conversão maior.

Pesquisa recente divulgada pelo Instituto QualiBest identificou o poder dos influenciadores no comportamento dos seguidores. Foi constatado que os influenciadores digitais são a segunda fonte de informações (49%) para a tomada de decisões na hora da compra de um produto ou serviço, ficando atrás apenas de amigos e familiares (57%). Em terceiro lugar ficaram os sites de reviews e blogs, com 34% e sites oficiais da marca (26%). Completam a lista o próprio vendedor (22%), propaganda em tv e rádio (17%) e 4% em anúncios impressos.

O que é um Influenciador Digital?

Um influenciador digital nada mais é do que um produtor de conteúdo, seja por meio do Youtube, Instagram, blog ou qualquer outra rede social. O termo influenciador digital ainda é visto com desdém por muitas pessoas, mas é inegável o poder de abrangência e persuasão que eles têm sobre seus seguidores. E é esse poder de influência que as empresas começaram a ficar de olho e perceberam como estes personagens podem fazer parte de uma estratégia de marketing com resultados muito positivos.

O micro influenciador normalmente fala para pessoas de uma mesma região e com os mesmos interesses. Já parou para pensar que no momento em que o influenciador compartilha em sua página um determinado produto ou serviço que ele recomenda, está falando diretamente com o público-alvo da sua empresa?

O segredo está em escolher corretamente o influenciador mais adequado ao seu produto ou serviço. Analisar se o tipo de publicação do influenciador condiz com as características da sua empresa, analisar o engajamento das publicações e, principalmente, conversar com o influenciador para entender se o valor cobrado por ele condiz com o que será entregue.

A Big Data vem conectando empresas a criadores de conteúdo. Fazemos parte desse novo e poderoso universo da comunicação. Converse com a gente!

Branding – trabalhando a gestão da sua marca

Vamos começar o texto com uma pergunta muito importante: você tem trabalhado o branding da sua empresa? Se a resposta for negativa, pode ter certeza: tem algo muito errado!

Branding é o conjunto de ações que visam posicionar ao consumidor os valores e propósitos da marca. O objetivo é não apenas fazer com que o consumidor conheça a marca, mas que se identifique com ela a ponto de virar um consumidor e, preferencialmente, alguém que divulgue, indique e recomende a sua marca em detrimento de uma empresa concorrente.

O propósito das ações de branding é pensar não só no nome, cor, logo e fonte da marca. O trabalho vai além disso, é importante despertar sensações até mesmo inconscientes. Qual nome vem à sua cabeça quando falamos de “esponja de aço”? Qual a bebida que te dá asas? Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e pão com gergelim te lembra algo? Tenho certeza que mesmo sem citar o nome das empresas você identificou de quais estamos falando. Este é o poder do branding!

Deu pra entender como o branding é importante em uma campanha de marketing digital. Se sua empresa ainda não está trabalhando esta questão, entre em contato agora mesmo com a Big Data!